sexta-feira, 18 de abril de 2008

quinta-feira, 17 de abril de 2008

I.P.A.

O que é a IPA?
A IPA - INTERNATIONAL POLICE ASSOCIATION (Associação Internacional de Polícia) é uma das mais interessantes e únicas organizações sociais do mundo. Esta organização fraternal é dedicada a “unir em serviço e amizade todos os membros, ativos ou aposentados, no trabalho de cumprimento da Lei ao redor do mundo”. A IPA luta para elevar a imagem da Polícia em seus países membros, e para facilitar a cooperação internacional através de contatos amigáveis entre policiais de todos os continentes.
Seu quadro de membros excede a 310 mil em 59 países e continua aumentando. O ingresso é aberto a qualquer policial civil dedicado ao cumprimento da Lei, ativo ou aposentado, que preencha os requisitos exigidos pela Seção Nacional da IPA no Brasil. O acesso é oferecido sem considerações de hierarquia, raça, gênero, cor, religião ou opção política.
A IPA foi constituída originalmente pelo Sargento Arthur Troop, da New Scotland Yard, na Inglaterra em 1950. Começou com o sonho de um homem de ter todos os policiais reunidos por intermédio da amizade. Isto é demonstrado pelo lema da Associação “Servo per Amikeco”, que, em idioma esperanto, significa “Servir pela Amizade”.
A IPA cria uma oportunidade para intercâmbio e contatos em níveis local, regional e internacional. É uma grande organização para seus membros e suas famílias que desejem viajar para qualquer lugar do mundo.
Viagens
Os membros tradicionalmente oferecem assistência e cortesia, além de proporcionar passeios, que não estão à disposição do público em geral. Se você é um viajante a procura de lazer e novos amigos em locais distantes, terá o prazer de saber que a IPA estará lá para servi-lo, seja com descontos em acomodações, hospedagem domiciliar ou simplesmente apoio local.
A IPA oferece algo que uma agência de viagens não pode oferecer, porque ninguém conhece uma cidade ou região tão bem quanto um policial que vive e trabalha ali.
Filiação
O ingresso na Associação é assegurado após a preparação e apresentação de uma proposta.
A IPA está aberta a Policiais Civis Estaduais ou Federais, Policiais Rodoviários Federais, Policiais Ferroviários Guardas Civis Municipais, Agentes Penitenciários, Servidores Públicos civis Federais, Estaduais ou Municipais que desempenham atividade de natureza policial, enquanto durar esta característica (em atividade ou aposentados).
A Seção Brasileira da IPA foi fundada na cidade de Santos – SP em abril de 1962, e reconhecida pelo Comitê Executivo Internacional em Genebra, em 16 de maio de 1962.
A IPA – Seção Brasil coordena e faz cumprir o Estatuto Internacional nas suas Seções Regionais nos Estados de: São Paulo (Região 1), Rio de Janeiro (Região 2), Rio Grande do Sul (Região 3), Minas Gerais (Região 4), Amazonas (Região 15), Brasília – DF (Região 27 em formação), Goiás (Região 26 em formação), Paraná (Região 23 em formação), Bahia (Região 5 em formação) e Rio Grande do Norte (Região 9 em formação).
A Seção Nacional obedece a diretrizes estatutárias internacionais, que por sua vez as repassa e faz cumprir às Seções Regionais.

Na cidade de São Paulo, as Seções Nacional e Regional estão localizadas à Av. Cásper Líbero, 390 – 5º andar – conjunto 503 – Santa Efigênia – CEP: 01033-000 - central telefônica/fax: (11) 3313-5077.
As propostas de inscrição podem ser formuladas pessoalmente, via postal, ou pelo e-mail ipa.brasil@terra.com.br. Para maiores esclarecimentos, visite a página da IPA em www.ipa-brasil.org.br.
Hobbies
Aqueles que mantêm hobbys podem encontrar um membro correspondente ao redor do mundo, pronto para trocar informações e ítens de coleção. Alguns desses hobbys são: troca de insígnias, patchs, pins, selos, bonés, correspondência pela Internet ou simplesmente troca de correspondências.
JOSÉ RAYMUNDO NOGUEIRA DOS SANTOS
Presidente IPA – Seção Brasil
RECOMENDAMOS:
www.ipa-brasil.org.br
(INTERNATIONAL POLICE ASSOCIATION)-IPA / SEÇÃO BRASILEIRA;
E-mail ipa.brasil@terra.com.br
www.ipa-iac.org
(INTERNATIONAL ADMINISTRATION CENTRE - IAC) - EVENTOS IPA INTERCÂMBIOS CULTURAL E SOCIAL;
www.ipa-houses.info
ONDE E COMO SE HOSPEDAR COM SUA FAMÍLIA. CUSTOS ETC...;
www.ibz-gimborn.de
CENTRO INTERNACIONAL DE CURSOS E TREINAMENTOS - IPA -Agenda de Cursos para 2007-2008
XIX – IPA WORLD CONGRESS – 2009/ 06-11 outubro de 2009 em Maritim Pine Beach Resort – Antalya- Turkey
Site-www.ipa2009.org e-mail info@ipa.org.tr
WWW.ipa.org.tr
35ª IEC-Conferencia executiva internacional da IPA
16 a 21 de setembro de 2008 em Moscou –Russia
http://alpha.gk-izmaylovo.ru e-mail 35iec@mail.ru

Dúvidas????? ppfbrasil@gmail.com / email e MSN

sexta-feira, 11 de abril de 2008

ASSOCIAÇÃO NACIONAL


Associação Nacional

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS POLICIAIS PORTUÁRIOS FEDERAIS (ANPPF)
EDITAL DE CONVOCAÇÃO

A Comissão de Organização e Criação da Associação Nacional dos Policiais Portuários Federais, composta por dois representantes de cada Unidade da Federação que possui portos organizados, pelo presente edital, C O N V O C A

toda a categoria dos guardas portuários federais para comparecer à Assembléia Geral com o objetivo de criar, instalar, aprovar o estatuto e eleger a diretoria da Associação Nacional dos Policiais Portuários Federais (ANPPF), que realizar-se-á no dia 20 de maio de 2008, às 14:00hs, no auditório Oscar Canal, sito no SHS, QD 02, Bloco J, Ed. Bonaparte Hotel, Mezanino, Brasília-DF, CEP: 70322-901.

Brasília-DF, 9 de maio de 2008.

JORGE DA SILVA DANTAS

Presidente da Comissão de Organização e Criação da Associação Nacional dos Policiais Portuários Federais
COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTESPROJETO DE LEI N0 1.215, DE 2003

Regulamenta a Guarda Portuária.

Autor: Deputado CARLOS SOUZA

Relator: Deputado DÉCIO LIMA

VOTO EM SEPARADO DA DEPUTADA ALINE CORRÊA

O relator do Projeto de Lei nº 1.215, de 2003, que “Regulamenta a Guarda Portuária”, Deputado Décio Lima, apresentou parecercontrário à aprovação da matéria, nesta Comissão. Acredito ser necessário, emvista disso, tecer os seguintes argumentos, que me inclinam a discordar doposicionamento adotado por S.Exª.O Deputado Décio Lima afirma que é objetivo do projeto de leicriar uma “reserva de mercado para a Guarda Portuária com vínculo empregatíciocom a Administração do Porto”. Parece-me que S.Exª, no caso, não se valeu deuma conceituação correta, uma vez que não se está privilegiando gruposespecíficos de trabalhadores ou de empresas. Simplesmente, opta-se por exigirda administração do porto a manutenção de um corpo de segurança que sejaparte de sua estrutura funcional, em evidente coerência com a gravidade eresponsabilidade das ações incumbidas à guarda portuária, responsável pelaproteção de pessoas e bens no interior de uma área estratégica, submetida acontrole da União. A administração do porto permanece livre para contratar ostrabalhadores que quiser e na quantidade que quiser para organizar o corpo daguarda portuária. Qualquer interessado, desde que demonstre habilitação erequisitos para tanto, pode vir a integrar a guarda portuária de porto organizado.

Não há redução impertinente das oportunidades de emprego.Se não se permite a chamada “terceirização” do serviço,prática que parece muito atraente do ponto de vista do relator, é basicamenteporque a natureza da atividade de segurança em local onde se desenrolamserviços públicos complexos e do mais alto interesse para o país é incompatívelcom a fragilidade inerente das relações contratuais que têm como objeto aprestação de serviço. Pergunto: e se a firma de segurança “terceirizada” falir? Ese deixar de pagar funcionários? E se descumprir obrigações básicas? Tudo issopode levar a rompimento de contrato, é certo, mas a que custo para a segurançaportuária? Haverá empresa capacitada a assumir as atividades em curto espaçode tempo e, mais, de maneira satisfatória? Uma breve reflexão acerca dessasperguntas parece-me suficiente para afastar a hipótese de “terceirização” dosserviços de segurança portuária.

Em outra passagem, o Deputado Décio Lima diz que o nívelde especialização e o grau de conhecimento exigidos para a atividade de guardaportuário são baixos. Não sei os motivos que levaram S.Exª a chegar a essaconclusão, mas o fato é que o aparato e as atividades da guarda portuáriapossuem enorme semelhança com os de qualquer outro corpo policial dedicado àsegurança pública, a começar pelo uso de porte de arma, coisa que não julgo,nem de longe, trivial. Não concebo, outrossim, que seja possível admitir umguarda portuário com baixa instrução e parco treinamento, se uma de suasprincipais responsabilidades é interagir com a Receita Federal, a Polícia Federal,as capitanias dos portos, as polícias civil e militar e os corpos de bombeiro, tendocomo foco questões, muitas vezes, bastante complexas.Outro aspecto que me faz distanciar do julgamento adotadopelo relator é a crescente importância da segurança portuária no contexto dasrelações internacionais, que está a exigir profissionais cada vez mais capacitadose experientes para lidar com situações que vão da pirataria aos atos deterrorismo. Lembro que, nesta década, sob patrocínio da Organização MarítimaInternacional, agência vinculada à ONU, foi acordado entre diversos países aadoção de um código de segurança, o ISPS Code, com a finalidade de fornecerestruturas padronizadas e consistentes para a avaliação de riscos e de capacitaros governos para a previsão de ameaças e vulnerabilidades de instalaçõesportuárias e de navios. Em face desse novo cenário, como propor que aadministração portuária se negue a assumir diretamente sua parte na tarefa detornar o ambiente portuário mais seguro?

Nosso voto, dessa forma, é pela aprovação do Projeto deLei nº 1.215, de 2003.Sala da Comissão, em de de 2008.

Deputada ALINE CORREA

SEM PALAVRAS!

OBRIGADO DEPUTADA, 1.500 FAMÍLIAS TE AGRADECEM.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

MsN da PPF

Galera, criamos o MsN da PPF: ppfbrasil@gmail.com

Essa semana estamo em Brasilia e depois que retronarmos, estaremo on-line para dúvidas, sugestões, bate-papo e conferências com todos os estado do Brasil.

Já podem adicionar.